A Polícia Civil revelou nesta sexta-feira (10) que a principal linha de investigação sobre o desaparecimento de uma cozinheira em Ubatuba aponta que a vítima foi assassinada pela própria patroa para evitar o pagamento de honorários trabalhistas. A suspeita foi presa temporariamente durante a Operação Último Rastro e responderá às investigações por homicídio.
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O caso é conduzido pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de São Sebastião. Segundo a Polícia Civil, semanas de investigação reuniram indícios considerados robustos, incluindo depoimentos de testemunhas, diligências de campo e análise de provas, que sustentam a hipótese de que o crime teve motivação financeira.
De acordo com os investigadores, a suspeita teria decidido matar a cozinheira para não quitar valores que seriam devidos à funcionária. Com base nas provas reunidas, a autoridade policial solicitou à Justiça mandados de busca e apreensão e de prisão temporária, que receberam parecer favorável do Ministério Público e autorização do Poder Judiciário.
Na manhã desta sexta-feira, equipes da Polícia Civil cumpriram os mandados e prenderam a investigada. Ela permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.
Apesar da prisão, o corpo da cozinheira ainda não foi encontrado. A polícia afirma que os trabalhos agora se concentram em localizar a vítima, esclarecer toda a dinâmica do homicídio e verificar se outras pessoas participaram do crime.
A Operação Último Rastro mobilizou cinco viaturas e 14 policiais civis. Em nota, a Polícia Civil informou que continuará atuando para elucidar completamente o caso e responsabilizar todos os envolvidos.