VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Cabine Lilás soma 2.808 atendimentos a mulheres no Vale

Por Luyse Camargo | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/SSP-SP
Cabine Lilás
Cabine Lilás

Mais de 2.800 mulheres receberam acolhimento e proteção desde o início do programa Cabine Lilás, da Polícia Militar, nas regiões do Vale do Paraíba, do Litoral Norte e da Serra da Mantiqueira. Os resultados foram divulgados na reunião mensal do programa São José Unida, na última sexta-feira (26), em São José dos Campos.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

A iniciativa, que atua na prevenção e acolhimento às vítimas de violência doméstica, foi implantada em junho de 2025. O serviço opera  dentro do Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) com policiais femininas treinadas para oferecer escuta qualificada.

O apoio é oferecido em três frentes:

  • 190: mediante ligações;
  • Apoio despacho: são intervenções em ocorrências de rua já em andamento;
  • Pós-atendimento: medidas de acolhimento e orientações sobre a rede municipal de apoio após o encerramento da ocorrência.

No decorrer de 2025, a Cabine Lilás realizou 1.529 intervenções na área do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior), somando 1.497 pós-atendimentos, 31 intervenções diretas via despacho e 1 atendimento pelo canal Apoio 190 em agosto. Já os indicadores de janeiro a junho de 2026 indicam 1.279 intervenções, sendo 1.249 de monitoramento pós-ocorrência, 16 despachos e 14 acionamentos pelo 190.

O novo comandante do CPI-1, Coronel Edmilson Mendes Ribeiro, destacou o impacto positivo do programa no encorajamento das vítimas. "O interessante é que esse trabalho da Cabine Lilás está gerando na mulher a confiança em buscar ajuda, a confiança em denunciar. Isso que é o interessante. Com isso, a gente consegue atuar e consegue proteger", afirmou.

As 2.808 intervenções registradas reforçam o papel da Cabine Lilás para desarticular o ciclo de abusos e evitar a evolução de casos de violência doméstica para crimes mais graves, como o feminicídio.

Comentários

Comentários