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Feirantes do Colonial e Barganha são legalizados em São José

Por Da Redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Claudio Vieira/PMSJC
Feirantes do Colonial e Barganha são  legalizados em São José
Feirantes do Colonial e Barganha são legalizados em São José

Mais de 840 comerciantes das feiras do Jardim Colonial e da Barganha receberam alvarás de funcionamento concedidos pela Prefeitura de São José dos Campos. A medida faz parte do processo de regularização dos trabalhadores cadastrados e será concluída em uma segunda etapa, quando outros 460 documentos serão entregues.

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A cerimônia foi realizada neste sábado (27), no Centro de Formação do Educador, localizado na Avenida Olivo Gomes, no bairro Santana. Com a entrega dos alvarás, os feirantes passam a atuar de forma regularizada, seguindo normas para funcionamento e ocupação dos espaços públicos.

Segundo a Prefeitura, a regularização também permitirá novos investimentos nas feiras. Entre as ações previstas estão a instalação de bancas padronizadas, construção de sanitários, criação de um bolsão de estacionamento para comerciantes e visitantes e implantação de um espaço destinado a atividades culturais, como apresentações musicais, teatro e dança.

As permissões concedidas têm validade de um ano, são pessoais e intransferíveis. A administração municipal afirma que a medida busca organizar o funcionamento das feiras e regulamentar a atividade dos comerciantes.

Reconhecimento aos feirantes

A entrega dos alvarás reuniu comerciantes que atuam há anos nas feiras da cidade.

Antônio Vicente, de 74 anos, trabalha na Feira do Jardim Colonial desde 1985, comercializando utensílios domésticos. Ao lado da esposa, Maria Lúcia, e do filho, Rodolfo, recebeu o documento que regulariza sua atividade.

"Esperei por muito tempo esse dia tão especial, em que meu esforço seria recompensado", afirmou.

Outro comerciante beneficiado foi Aparecido Martins Teixeira, de 54 anos, que trabalha com conserto de eletrônicos ao lado da esposa, Maria Helena Rodrigues, há mais de dez anos. Para o casal, a regularização representa mais segurança para continuar exercendo a atividade.

"Sempre brinquei que era empreendedora e hoje meu sonho se tornou realidade", disse Maria Helena.

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