SALTO EM ALTURA

SP fiscaliza 11 locais após morte de jovem em rope jump

Por Da redação | São Paulo
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/SSP-SP
Ações de fiscalização buscam reforçar segurança para a prática de salto em altura em São Paulo
Ações de fiscalização buscam reforçar segurança para a prática de salto em altura em São Paulo

As forças de segurança do Estado de São Paulo iniciaram uma operação de fiscalização voltada para a prática de esportes de aventura que envolvem saltos em altura, como rope jump e bungee jump. A ação, que une a Polícia Militar e fiscais do Procon, vai vistoriar os equipamentos, orientar os praticantes e averiguar a regularidade das empresas que organizam esse tipo de atividade.

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Estão sendo monitorados 11 pontos estratégicos em diferentes regiões do estado, conhecidos pela prática dessas modalidades:

Pedreira do Dib, em Mairiporã; viaduto Sumaré, na capital paulista; Parque Caminhos do Mar e no Caminho dos Pilões, em Cubatão; Pedra do Maluf, em Guarujá; em parques e no Rio Jacaré Pepira, em Brotas; Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí; Horto Florestal, Tarundu e Zoom Bike Park, em Campos do Jordão; Pedra Grande, em Atibaia; na Pedra do Índio, em Botucatu; Cachoeira Can Can, em Ibaté. 

Acidente em Limeira

A mobilização teve início após o acidente na Ponte do Esqueleto, em Limeira. Uma jovem de 21 anos morreu ao ser lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem nenhum equipamento de segurança. A Polícia Civil segue investigando o caso, e seis pessoas já foram presas por envolvimento na ocorrência.

Regulamentação

A polícia alerta que a prática do rope jump não é regulamentada no Brasil. O Governo de São Paulo busca criar métodos de mapeamento e fiscalização de empresas que oferecem o serviço para combater a clandestinidade e garantir que não ocorram acidentes.

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