DENÚNCIA

Passageiro é detido em Aparecida acusado de ato obsceno em ônibus

Por Da redação | Aparecida
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/PRF
Ônibus parou em base da PRF no Vale do Paraíba (imagem ilustrativa)
Ônibus parou em base da PRF no Vale do Paraíba (imagem ilustrativa)

Um passageiro de um ônibus interestadual foi conduzido à Delegacia de Polícia de Aparecida, no Vale do Paraíba, após ser acusado de praticar ato obsceno durante uma viagem entre Vitória (ES) e São Paulo. O caso ocorreu na manhã desta sexta-feira (26) e foi registrado pela Polícia Civil como ato obsceno.

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De acordo com o boletim de ocorrência, o coletivo parou na base da PRF (Polícia Rodoviária Federal), em Aparecida, depois que um passageiro comunicou ao motorista que havia presenciado outro ocupante do ônibus praticando masturbação no interior do veículo.

Segundo o registro policial, o motorista acionou a PRF e identificou o suspeito, de 28 anos, que foi encaminhado à delegacia juntamente com a testemunha para prestar esclarecimentos.

A testemunha relatou à Polícia Civil que estava sentada atrás do suspeito quando percebeu que ele cobriu a região genital com uma coberta e passou a praticar masturbação. Ainda conforme o depoimento, havia diversos passageiros no ônibus, incluindo mulheres e idosos, o que teria causado constrangimento.

O homem afirmou aos policiais que gravou um vídeo da situação com o celular. As imagens foram entregues à polícia e serão anexadas ao inquérito.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, uma mulher que ocupava um assento à frente do suspeito foi questionada sobre os fatos, mas informou que não percebeu qualquer comportamento irregular durante a viagem.

Suspeito admitiu o ato

Durante o interrogatório, o suspeito confirmou que praticou masturbação dentro do ônibus. Em sua versão, ele afirmou que viajava sozinho no penúltimo banco do veículo e que teria sido "instigado" após observar outro passageiro com as mãos na região íntima por dentro da calça.

O investigado declarou que sua conduta não foi direcionada a nenhuma mulher ou passageiro específico e afirmou que nunca havia sido preso, processado ou investigado por crime de natureza sexual.

Após o registro da ocorrência, o caso foi encaminhado ao Jecrim (Juizado Especial Criminal), que dará prosseguimento às medidas previstas na legislação.

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