FEMINICÍDIO

Tirou medida protetiva e foi morta pelo ex que saiu da cadeia

Por Da Redação | Guarantã do Norte (MT)
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
Gleici Fátima Machado Ritter
Gleici Fátima Machado Ritter

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância de mulheres vítimas de violência doméstica manterem as medidas protetivas e confiarem na rede de apoio disponível. O alerta foi feito após o feminicídio de Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ocorrido no último dia 23 de junho.

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O crime foi registrado em Guarantã do Norte, município localizado a 715 quilômetros de Cuiabá. A vítima foi morta a tiros e o principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos.

Segundo informações da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom-MT), o homem possuía histórico de violência contra Gleici desde 2023. Em julho de 2025, ele chegou a ser preso por agressões no contexto de violência doméstica.

Na época, a vítima obteve uma medida protetiva de urgência. No entanto, meses depois, solicitou a revogação da determinação judicial, o que permitiu que o investigado passasse a responder ao processo em liberdade.

Mariell Antonini destacou que as medidas protetivas representam uma ferramenta fundamental para garantir a segurança das vítimas e evitar a escalada da violência. Ela também ressaltou a importância de buscar apoio junto aos órgãos especializados e à rede de proteção.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura o crime como feminicídio consumado.

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