Em reforço às reivindicações e em reafirmação ao movimento de greve, trabalhadores da Urbam (Urbanizadora Municipal), liderados pelo SEAAC (Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio), reuniram-se em frente à empresa no início da manhã desta quinta-feira (11), exibindo cartazes de protesto.
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A greve, suspensa por ordem judicial em abril de 2026, foi retomada na noite da última terça-feira (10), após uma segunda audiência de mediação terminar sem acordo entre as partes.
Por meio de nota, a Urbam afirma que o movimento conta com adesão reduzida, envolvendo cerca de 200 colaboradores de um total de mais de quatro mil funcionários. “Esses números evidenciam que a atual condução do sindicato não representa o sentimento nem os interesses da ampla maioria dos colaboradores, que optaram por manter suas atividades regulares em respeito à cidade e à empresa”, diz a urbanizadora.
A nota também destaca que a empresa buscou o diálogo e apresentou “uma proposta de reajuste salarial e aumento do vale-refeição que contemplava as reivindicações feitas pelo próprio sindicato”. Diante da recusa da entidade em aceitar os termos que, conforme a Urbam, atendiam às suas próprias demandas, o dissídio coletivo seguirá seu curso regular para julgamento no Tribunal.
Procurado para comentar a adesão à paralisação, o SEAAC ainda não se manifestou. O espaço segue aberto para posicionamento.
Comentários
1 Comentários
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Gustavo 15/06/2026A "baixa adesão" que a empresa e prefeitura insiste em divulgar tem muito a ver com a determinação do proprio tribunal de justiça do trabalho que determinou que 70% dos funcionários continuassem no trabalho. Muitos funcinários são "100% em seu posto de trabalho" pois não há substitutos para os mesmos....