MENINO DE 3 ANOS

AGORA: Criança morre em Guará após suspeita de infecção alimentar

Por Da redação | Guaratinguetá
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Relato diz que criança deu entrada na UPA de Guaratinguetá já sem sinais vitais
Relato diz que criança deu entrada na UPA de Guaratinguetá já sem sinais vitais

Um menino de 3 anos morreu após ter sido atendido em duas unidades da saúde do Vale Histórico, entre os dias 18 e 20 de março. A família procurou atendimento médico após a criança apresentar quadro de mal-estar, passando por unidades em Aparecida e Guaratinguetá. No entanto, o menino morreu no sábado (21), após uma suspeita de infecção alimentar.

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O caso foi registrado como morte suspeita, de causa ainda desconhecida e de natureza não criminal. A Polícia Civil requisitou exames no IML (Instituto Médico Legal) no corpo do menino para determinar a causa da morte.

Segundo o pai da criança, que tem 26 anos, o menino vinha apresentando quadro de mal-estar há aproximadamente quatro dias. Em 18 de março, ele foi levada a um hospital em Aparecida, onde recebeu atendimento médico, foi medicado e posteriormente liberado para retornar à residência.

Na sexta-feira (20), a criança foi conduzida para a UPA de Guaratinguetá, onde permaneceu em observação. O menino recebeu soro e apresentou “momentânea melhora”, razão pela qual foi liberado por volta das 23h.

Após o retorno à casa, segundo disse o pai à polícia, o menino voltou a apresentar piora no estado de saúde e, na manhã de sábado (21), passou a apresentar agravamento significativo do quadro, sendo socorrido às pressas ao hospital. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu e veio a óbito.

O pai relatou que a criança não possuía quaisquer problemas de saúde anteriores e que, nas ocasiões dos atendimentos médicos, foi apontada a hipótese de eventual infecção alimentar.

De acordo com o relato do serviço de saúde, a criança deu entrada na UPA de Guaratinguetá já sem sinais vitais, encontrando-se em parada cardiorrespiratória, apresentando secreção nasal amarronzada e espumosa, espuma na boca, ausência de pulso, sem sinais vitais e cianose de extremidades.

Diante do quadro grave, foram iniciadas manobras de ressuscitação, procedendo-se à entubação e colocação de cateter central em região femoral e cateter periférico, mas o quadro clínico não foi revertido e o menino não sobreviveu.

A autoridade policial registrou o caso como morte suspeita e determinou o prosseguimento da investigação.

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