VARAS JUDICIAIS

Justiça paulista terá mais varas para combater o crime organizado

Por Xandu Alves | São Paulo
| Tempo de leitura: 1 min
Paulo Santana e Lucas Claudiano/TJSP
Desembargador Francisco Loureiro é presidente do TJ-SP
Desembargador Francisco Loureiro é presidente do TJ-SP

O presidente do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), desembargador Francisco Eduardo Loureiro, disse que o Tribunal está fazendo estudos quantitativos para saber quantas são as ações envolvendo o crime organizado.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

Ele também disse que mais varas para tratar desse tema específico deverão ser instaladas no Judiciário paulista.

“O crime organizado, muitas vezes para o leigo, significa só facção criminosa e não é verdade. O crime organizado tem uma previsão legal de crimes com quatro ou mais participantes, com um único desígnio e de montar uma atividade criminosa. Então isso pega uma série de crimes”, explicou o magistrado.

“Então, nós vamos ter que mapear o número de processos para verificar o número de juízes necessários. Eu acredito que nós devamos ter seis ou oito varas especializadas, cada uma delas com dois juízes, com dois titulares. E teremos também um juiz de garantias também especializado na organização criminosa. Ele fará o juiz de garantias dessas varas especializadas. É natural que assim seja”, disse ele.

“Com os estudos concluídos, a minha previsão é que até o final do semestre nós já comecemos as instalações das varas. Essa é uma prioridade absoluta tanto de Brasília, quanto de São Paulo”, completou.

Comentários

Comentários