CONTEÚDO ADULTO

Dog Walker do Vale perde clientes após ter vida dupla descoberta

Por Da redação | Pindamonhangaba
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução/Redes sociais
Babi Palomas, de 24 anos, é natural de Pindamonhangaba
Babi Palomas, de 24 anos, é natural de Pindamonhangaba

Cachorrada!

De manhã, Babi Palomas, 24 anos, natural de Pindamonhangaba, cuida e passeia com cães, trabalho conhecido como ‘dog walker’. Mas à noite, no mundo online, Babi é criadora de conteúdo adulto voltado para um público masculino.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

A descoberta fez com que Babi viralizasse nas redes sociais após ela revelar ter perdido clientes que descobriram que ela leva uma vida dupla. No Instagram, o perfil dela com fotos e vídeos sensuais tem 193 mil seguidores.

Apaixonada por animais desde criança, Babi decidiu transformar o amor pelos cães em profissão em 2023, quando espalhou cartazes em postes de sua cidade oferecendo o serviço de passeadora. “Chorei quando vi meu primeiro cartaz na rua. Para mim, aquilo era prova de que eu estava construindo algo honesto e real”, contou ela ao portal Metrópoles.

Durante meses, conseguiu equilibrar os dois mundos. De manhã, acordava cedo, pegava as guias e levava os cães para longos passeios. Mais tarde, dedicava-se ao público online, que lhe garantia independência financeira. “Achei que tinha encontrado equilíbrio. As duas eram profissões sérias para mim”, disse.

O problema começou quando uma cliente descobriu seu outro trabalho. A dona, que tinha um bulldog francês chamado Trumpinho, cancelou os serviços imediatamente.

“Recebi a mensagem dizendo que não queriam mais que eu passeasse com o cachorro porque sabiam da minha vida online. Foi como se todo o meu esforço e amor pelos cães não significassem nada”, desabafou.

O detalhe que mais chocou Babi foi perceber que todas as críticas partiram de mulheres. “Eu estava pronta para ser julgada por homens, mas não por mulheres. Elas sabem como é ser criticada e controlada, e mesmo assim foram as primeiras a apontar o dedo. Isso doeu mais do que perder clientes”.

Mesmo diante do preconceito, ela garante que não vai abrir mão dos animais. Para Babi, os passeios são mais que trabalho: funcionam como terapia. “Quando vejo os cachorros abanando o rabo, pulando de alegria, eu esqueço o julgamento. Eles não ligam para a minha vida online, só querem amor e um bom passeio”, afirmou.

Para ela, no fim das contas, a resposta vem sempre dos cães. “Eles não me julgam, não perguntam quem eu sou fora dos passeios. Só querem carinho e atenção. É isso que me dá paz”.

* Com informações do portal Metrópoles

Comentários

Comentários