JURADO DE MORTE

Alvo de tentativa de chacina no Vale, homem sofre 7º atentado

Por Xandu Alves | Lorena
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Caso é investigado pela Polícia Civil de Lorena
Caso é investigado pela Polícia Civil de Lorena

A tentativa de chacina no Vale do Paraíba que terminou com uma mulher morta e três pessoas feridas, na madrugada desta sexta-feira (7), tinha como alvo um homem de 29 anos jurado de morte por criminosos. Segundo depoimento das vítimas, ele sofreu sua sétima tentativa de homicídio e ficou ferido. O grupo atacado é da mesma família.

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O homem estava em uma casa no Parque das Rodovias, em Lorena, justamente tentando se esconder dos criminosos, quando a residência foi atacada na madrugada desta sexta.

As vítimas relataram que um carro preto, com os vidros escurecidos, foi até o local levando cinco homens, que desceram e começaram a atirar. Eles atingiram duas mulheres e dois homens. Pelos depoimentos, não há clareza se os familiares foram atingidos na rua ou dentro da casa, e nem a quantidade de atiradores.

A vítima fatal foi identificada como Michele Cristina, de 36 anos, irmã do homem procurado pelos criminosos e de outro ferido, de 28 anos. Uma mulher de 30 anos também foi baleada. Todos eles fazem parte da mesma família. Também estavam na casa um adolescente de 14 anos e outros filhos de um dos ocupantes, que não foram feridos.

Três dos baleados – duas mulheres e um homem – foram socorridos por populares ao pronto-socorro municipal, sendo que Michele Cristina não resistiu aos ferimentos e morreu. Um homem foi atendido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Crime e investigação.

Uma testemunha disse aos policiais que viu dois homens, sendo que um deles tinha uma tatuagem no braço e portava uma arma de fogo que parecia ser uma pistola. Uma das vítimas disse que o carro dos matadores tinha cinco pessoas.

O caso vai ser investigado pela Polícia Civil de Lorena, que procura por imagens de câmeras de segurança para identificar o veículo e os matadores. A perícia técnica foi requisitada para o local do crime. O perito identificou marcas de sangue e coletou estojos de munição em um corredor de acesso à residência das vítimas.

Com medo dos matadores, vizinhos não quiseram colaborar com a investigação por não querer se envolver com a ocorrência, com medo de represália e da periculosidade dos possíveis autores.

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