OSSADAS

Polícia investiga despejo de restos de ossos humanos em Aparecida

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Ossos que parecem humanos jogados em terreno de Aparecida
Ossos que parecem humanos jogados em terreno de Aparecida

A Prefeitura de Aparecida encaminhou para a Polícia Civil investigar um caso de despejo de ossos supostamente humanos em um terreno da cidade.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

O caso aconteceu na noite de domingo (1º), em terreno no bairro Santa Edwirges. No local, um caminhão foi flagrado por moradores despejando entulho, como terra e materiais de construção.

Entre os resíduos, contudo, foram encontrados ossos que parecem ser humanos e restos de objetos usados em cemitérios, como faixas de coroas de flores.

A Prefeitura de Aparecida informou que soube do descarte irregular por meio da denúncia de moradores.

“Informamos que o caminhão já foi identificado e pertence à Guaratinguetá. Na mesma madrugada, o veículo retornou ao bairro e removeu aquilo que havia despejado. Na manhã de hoje [segunda], o secretário de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Fernando Ribeiro, foi até o local checar a situação e encaminhou o caso para a Polícia Civil investigar”, informou a Prefeitura de Aparecida.

Segundo a administração, os descartes feitos na cidade são apenas de resíduos de construção civil, e o ponto de coleta fica no bairro Santa Terezinha.

“Ossadas, vestimentas e outros adornos de pessoas falecidas, quando precisam ser removidos, têm o destino correto, permanecendo nos cemitérios. É necessário extremo cuidado, uma vez que restos mortais podem contaminar o solo e difundir doenças. A prefeitura segue rigorosamente o protocolo e, por isso, irá cobrar as providências necessárias junto à polícia”, completou.

Vilipêndio de cadáver é crime previsto no artigo 212 do Código Penal, que consiste em desrespeitar, ultrajar, ridicularizar ou profanar o cadáver ou as cinzas de uma pessoa morta. A pena para esse crime é de detenção de um a três anos, além de multa.

Comentários

Comentários