Um caso envolvendo uma adolescente de 13 anos, grávida em decorrência de violência sexual, tem gerado discussão em Goiânia. Após solicitação do Ministério Público do Estado de Goiás para a realização da interrupção legal da gestação, um novo obstáculo surgiu: o próprio pai da jovem recorreu à Justiça para impedir o procedimento.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp.
O caso tramita em sigilo para preservar a identidade da adolescente. Segundo informações obtidas, a adolescente foi encaminhada para acompanhamento no pré-natal de alto risco, com suporte da rede de proteção local.
O MP argumentou que a interrupção da gravidez é um direito garantido por lei em casos de estupro, visando proteger a saúde física e mental da jovem. No entanto, o pai da adolescente contestou judicialmente essa decisão, adicionando complexidade ao desfecho do caso.
Até o momento, não há uma decisão definitiva sobre o pedido de interrupção da gravidez.