SÉRIE D

CEO da SAF do São José dispara: ‘foi uma campanha pífia’

Por Marcos Eduardo Carvalho | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
O CEO Bruno Cazarine
O CEO Bruno Cazarine

O CEO da SAF do São José, Bruno Cazarine, desabafou após a goleada sofrida pelo São José contra o Santo André e disparou contra a campanha ruim da Águia do Vale na Série D do Campeonato Brasileiro. “Foi uma campanha pífia”, afirmou, em entrevista à rádio Parada dos Esportes, ainda no gramado.

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Com o resultado desta tarde, o time da região continua com 12 pontos no grupo A7 e, provavelmente, será eliminado de forma antecipada, já que as chances de classificação ficaram ainda mais diminutas.

“Infelizmente, um gol ali que não foi, dá para ver que a bola não entra, mas não se justifica. Depois, o time se apavorou, acabou tentando, se expondo mais e teve a felicidade do time do Santo André”, disse o dirigente.

Depois, Cazarine ainda destacou o alto investimento feito pela diretoria na disputa do campeonato. “A gente tem que assumir. O investimento foi feito, a gente tem a segunda ou terceira maior folha salarial do grupo. Não foi por falta de investimento, foi mais do jeito que foi feito, não deu certo. Investimentos em um elenco que não conseguiu o resultado. Foi uma campanha pífia e agora é terminar de forma digna. E rever tudo, rever o projeto, rever nossa participação, ver quem fica. Fazer uma análise desses dois anos”, disse.

Ainda na entrevista, Cazarine repetiu o que disse o pai, Oscar Constantino, dono da SAF, há duas semanas. Na oportunidade, Oscar disse que até a saúde dele estava em xeque.

“A gente trabalhou muito nesses dois anos, se dedicou, deu nossa vida, nossa saída. Tivemos bons momentos e maus momentos. Temos que assumir, infelizmente a Série D foi, do ponto de vista de resultado, dolorosa”, afirmou Bruno.

Futuro

O dirigente ainda evita falar sobre o futuro, quem fica ou quem sai para a próxima temporada. Se a eliminação for consumada, o São José se despede do campeonato no dia 20 de julho e só volta a jogar em janeiro de 2025.

“Agora, não tem perspectiva para afirmar nada. Tem que ser reavaliado tudo, tem que rever muita coisa. É claro que a Série D é outro nível, serviu para ter parâmetro. Alguns jogadores têm contrato, mas temos que rever o projeto, as pessoas que vão participar, a passar por nós aqui”, finalizou.

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