INVESTIGAÇÃO

Deic apura se armas alugadas por agiota foram usadas em mortes

Por Da redação | Taubaté
| Tempo de leitura: 1 min
Foto ilustrativa
Além das armas, a polícia apreendeu mais de 400 munições
Além das armas, a polícia apreendeu mais de 400 munições

A Polícia Civil vai fazer testes de balística para verificar se as armas apreendidas com um agiota, que eram "alugadas" para o cometimento de crimes, foram usadas em homicídios em Taubaté e região.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp. 

A Deic (Delegacia Especializada de Investigações Criminais) deflagrou nesta semana uma operação tendo como alvo um agiota que alugava armamentos. Durante a ação, a Polícia Civil apreendeu cinco armas, além de centenas de munições, carregadores e coldres. A operação da Deic foi batizada de "Extorsão Zero".

Após investigação, os policiais detectaram um homem envolvido com agiotagem e extorsão. Para concretizar seus crimes, ele mantinha armas de fogo, que também seriam "alugadas" para bandidos cometerem diversos crimes, incluindo assassinatos. O Poder Judiciário expediu dois mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta sexta-feira.

Na casa do indiciado, identificado como B.L., 57 anos, a Deic encontrou anotações de agiotagem e "grande valor em dinheiro", além de dois celulares. Em outra residência, foram apreendidas cinco armas -- sendo três pistolas (duas delas com a numeração raspada), dois revólveres calibre 38 e aproximadamente 400 munições de diversos calibres, além de outros objetos e documentos.

Uma das pistolas apreendidas havia sido furtada em Guarulhos, em 2001. "O indiciado, que já possui diversos registros criminais, foi preso e agora permanece à disposição da Justiça", informou a Deic.

Comentários

Comentários