11 ANOS DE MISTÉRIO

Onde está Beatriz? Família procura por idosa que desapareceu em excursão a Aparecida

Ela desapareceu no dia 21 de outubro de 2012 durante uma excursão ao Santuário Nacional de Aparecida

Por Da redação | 03/03/2024 | Tempo de leitura: 3 min
São José dos Campos

Reprodução / Redes Sociais

Fotos de Beatriz Winck em 2012, quando desapareceu em Aparecida
Fotos de Beatriz Winck em 2012, quando desapareceu em Aparecida

“Onde está Dona Beatriz? Me ajude a encontrar minha mãe!”.

A frase estampa o site (ondeestadonabeatriz.com.br) criado para reunir informações sobre o paradeiro de Beatriz Joana Von Hohendorff Winck, hoje com 88 anos e cuja família mora no Rio Grande do Sul. Ela está desaparecida há 11 anos.

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Ela desapareceu no dia 21 de outubro de 2012 durante uma excursão ao Santuário Nacional de Aparecida, com mais de 30 turistas, entre eles o marido dela, Delmar Winck. Beatriz tinha 77 anos na época e vinha da cidade de Portão, no Rio Grande do Sul.

DESAPARECIMENTO.

“No dia em que ela sumiu, meu pai entrou em uma loja de velas enquanto minha mãe esperava na porta. Mas quando meu pai saiu da loja, minha mãe já não estava mais lá”, contou o químico e filho dela, João Carlos Winck, que lançou a campanha na internet.

Winck disse que ficou por dois meses em São Paulo procurando pela mãe, mas sem nenhuma pista que proporcionasse o reencontro da família.

Mesmo sem pistas sobre a mãe, ele mantém as esperanças de reencontrá-la com vida. "Tenho certeza de que ela está viva, com perda de memória em algum lugar, mas me preparo para tudo. Não posso descartar nada. Caso ela esteja morta, quero recolher e trazer para o jazigo da família. Ela tem que estar perto de nós”, disse Winck em entrevista ao G1.

PERDA DE MEMÓRIA.

No site da campanha, o filho conta que a mãe andava com algumas perdas de memória, então ele acredita que ela possa ter entrado em algum ônibus para outra região do país.

“Ela pode estar em algum asilo, hospital ou até mesmo em uma casa com um nome falso. A única certeza que eu tenho é que ela segue viva e eu sigo procurando por ela. Já se passaram anos, mas eu e meu pai continuamos com esperança de reencontrá-la”, afirmou.

O caso foi parar na Polícia Civil, que segue investigando o paradeiro de Beatriz por meio de Procedimento de Investigação de Desaparecido. Na época que sumiu, Beatriz tinha cabelos curtos, grisalhos e encaracolados. Ela tem olhos azuis, pele branca, 1,65m de altura e cicatriz no pescoço (cerca de 10 cm, no lado frontal). A mulher fala português e alemão.

PROCURA.

Winck, que tem 65 anos, contou que já fez de tudo para localizar a mãe, como divulgar o caso na internet e nas redes sociais até fazer visitas a diversas cidades do país, além de conversar com pessoas que nunca viu na vida. Ela também já fez identificação de corpos e contato com marginais, mas sem resultado.

No site da campanha, o químico lista oito casos de idosas desaparecidas que chegaram até ele e que não são da mãe. Há relatos vindos do Rio de Janeiro, São Paulo, São Leopoldo (RS), Santos e Nova Iguaçu (RJ).

Winck estimula as pessoas a compartilharem informações de forma anônima, que possam levar a encontrar Beatriz. Os canais de contato com a filha são pelo Whatsapp (51) 99319-6591, pelo e-mail ondeestadonabeatriz@gmail.com ou nos perfis das redes sociais: @OndeEstaDonaBeatriz e @ondeestadonabeatriz.

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