As buscas pelo helicóptero modelo Robinson R44 que desapareceu no Vale do Paraíba entraram no 12º dia nesta sexta-feira (12), sem qualquer vestígio da aeronave.
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O helicóptero sumiu na região após decolar no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, com destino a Ilhabela, no domingo (31).
O piloto e três passageiros estão desaparecidos. Eles pretendiam passar a virada do ano no Litoral Norte.
Equipes da FAB (Força Aérea Brasileira), do Exército e das polícias Civil e Militar realizam buscas na região. Com duas aeronaves nas buscas, um avião e um helicóptero, a FAB completou 135 horas de voo na quinta-feira (11).
“As buscas, mesmo prejudicadas pelas condições meteorológicas e pelo relevo montanhoso na região, ocorrem desde a segunda-feira (1º). A área total de buscas é de cinco mil quilômetros quadrados. O helicóptero ainda não foi localizado”, informou a FAB.
Estão desaparecidos o piloto do helicóptero, Cassiano Tete Teodoro, 44 anos, e os passageiros Raphael Torres, 41 anos, Luciana Rodzewics, 46 anos, e a filha Letícia Ayumi Rodzewics, 20 anos.
Familiares deles estão realizando buscas paralelas na região, utilizando cães farejadores, drones e mateiros. Voluntários e contratados tentam ampliar a área de busca, principalmente por terra.
Essa é a principal cobrança de familiares para as autoridades, que as buscas comecem a ser feitas por terra, em razão de a área ser de mata fechada.
“Importante é achar e ter a resposta sobre o que aconteceu. Creio que é inaceitável, e sei que a área é muito grande, de não termos ainda buscas por terra. Temos outros recursos, como bombeiros, cães e parte do Exército pelo chão. Tem bastante coisa para ser feita ainda, na minha visão”, disse Herika Torres, 37 anos, nutricionista e irmã de Raphael.