“Agora o Fox vai proteger outros animais, por meio da Lei Fox, esse vai ser o legado dele”, disse a tutora Sofia Albuquerque, de 24 anos, durante a despedida do spitz alemão na tarde desta quinta-feira (26), em Pindamonhangaba. O velório do cachorrinho que foi brutalmente atacado por um bull terrier no dia 9 de outubro, em São José dos Campos, reuniu milhares de pessoas em uma live transmitida ao vivo pelas redes sociais.
Emocionada, a tutora falou sobre a luta do spitz alemão e pediu para que as pessoas assinassem a Lei Fox. “A nossa lei é para proibir condenados da Lei Maria da Penha a terem animais ferozes e instituir regime fechado para quem utilizar animal como ameaça ou arma. Como a gente sabe a lei hoje relacionada a animais é muito branda e geralmente quem comete maus tratos ficam impunes ou quando são penalizados é algo muito leve e queremos mudar isso”, falou acrescentando que o delegado Bruno Lima, junto com os deputados Frede Costa, Matheus Laiola e Marcelo Queiroz estão trabalhando juntos para que a lei seja protocolada na Câmara dos Deputados.
Nas redes sociais que contabilizam 136 mil seguidores, familiares, amigos e celebridades lamentaram a morte do cãozinho que conquistou o coração do país. Nos últimos dias a Polícia Civil teve acesso às imagens de câmeras de segurança que mostram o momento do ataque ao Fox. Através do vídeo, foi possível identificar os envolvidos no caso, o tutor do bull terrier e um amigo. Os dois foram intimados para comparecer à delegacia, mas ainda não retornaram o contato. O caso segue sendo investigado.
Comentários
4 Comentários
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Isabel 28/10/2023A crueldade e o sofrimento do Fox deixou o país abalado. Até agora sinto dor de estômago toda hora que lembro de tudo oque aconteceu com ele. Muito sofrimento. E quem causou tem que ser penalizado severamente. Cadê a lei? No mínimo 20 anos de cadeia, já que patriotas estão pegando 17 só por vandalismo e aqui houve mais tratos, morte etc... -
isabel 28/10/2023Agora precisa ser feito justiça também pelo Pincher morto a pauladas na frente da dona uma criança, por um professor federal aqui no Paraná. -
Silvio Clemente 27/10/2023Prezados, estamos acompanhando esse triste e lamentável caso. De fato, a legislação é branda, mas os animais treinados para guarda e proteção não tem esse comportamento. A lei, ao menos a idéia, me parece inviabilizar até mesmo os cães das forças de segurança pública. Que tal instituir o adestramento obrigatório e certificado para determinadas raças tidas por violentas? Vide os cães das policias: pastores belgas, alemães, rotwillers, enfim, cães tidos por violentos mas não se tem notícia de comportamentos estranhos após os adestramentos. -
ailon augusto silverio 27/10/2023aproveita a repercussão e vai fazer uma visita e conversar com parentes de quem esta internado la no hospital municipal..se interar um pouquinho do que e realmente uma tragedia....ou ainda melhor...lá no bairro do turvo...ai em sao josé...tem um cidadao..com um grave problema de coluna...esperando cirurgia..ha pelo menos cinco anos...vivendo de favores da vizinhança...na esperança de que talvez..o problema se resolva...com sua morte..que deve ser o que estão esperando....parabens aos senhores vereadores...mais uma lei feita a toque de caixa com uma tragedia...pra meter a mão no bolso do contribuinte..tai o detran...fazendo escola..