MANIFESTO

Convocado pelo PT, ato em solidariedade à Palestina ocorre neste sábado (21) em São José

Por Gabriel Campoy | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Créditos: Divulgação/PT/Redes Sociais

Anteriormente marcado para a última segunda-feira, dia 16, o ato em solidariedade à causa Palestina convocado por partidos de esquerda de São José dos Campos foi remarcado para a manhã deste sábado (21), às 10h, na praça Afonso Pena, localizada na região central do município.

Anteriormente publicada nas redes sociais do PT (Partido dos Trabalhadores) de São José dos Campos e da Juventude do PT, desta vez o chamamento foi divulgado apenas na página municipal da siga.

O manifesto conta ainda com o apoio – segundo a postagem – de outros partidos como o PCdoB, a UP (Unidade Popular), o PSTU, o PSOL e o PCB. Grupos como a UJC (União da Juventude Comunista), UJS (União da Juventude Socialista), Rebeldia (Juventude da Revolução Socialista), Conlutas, entre outros.

No entanto, ainda na ocasião da primeira data agendada para o protesto, o presidente municipal do PT, Wagner Balieiro, afirmou à reportagem de OVALE que a manifestação não se tratava de um ato oficial do partido – mesmo com o protesto publicado nas redes sociais do diretório petista joseense.

Contudo, momentos depois, ponderou. “Não há nenhuma deliberação do partido sobre o assunto (...) De qualquer forma, o filiado que quiser poderá participar”.

Já em relação a nova data, o petista foi novamente contatado pela reportagem, tanto por aplicativos de mensagens quanto por ligação, mas até o fechamento deste material ainda não havia dado retorno às solicitações.

CONFLITO ISRAELO-PALESTINO.

Desde o último dia 7 de outubro (sábado) o mundo assiste angustiado ao confronto armado entre o grupo terrorista/radical Hamas e o estado de Israel. A ofensiva surpresa do grupo palestino ao território israelense vitimou diversos civis, inclusive brasileiros.

Ao todo, cerca de 1.300 pessoas morreram após a ofensiva surpresa do grupo palestino que iniciou os conflitos. Três das vítimas fatais, segundo dados do Itamaraty, são brasileiros.

Posteriormente, Israel realizou um cerco à Faixa de Gaza, na Palestina, e declarou guerra ao grupo terrorista. “Estamos em guerra, e vamos ganhar”, disse o na ocasião o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Países do mundo ocidental – incluindo o Brasil – condenaram o que chamaram de ‘ataque terrorista’ do Hamas a Israel. No entanto, países muçulmanos, como o Irã, principal financiador do Hamas e inimigo diplomático de Israel, se referiram aos ataques como ‘direito de resistência’.

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