JUSTIÇA

Seis anos após o crime, médico acusado de mandar matar ex-mulher será julgado em S.José

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
reprodução
Jaqueline Barros foi assassinada em 8 e maio de 2017, na loja em que trabalhava
Jaqueline Barros foi assassinada em 8 e maio de 2017, na loja em que trabalhava

Seis anos após o crime, o médico Gustavo André da Costa de Sá, acusado de ser mandante do assassinato da ex-esposa Jaqueline Barros, vai a júri popular na manhã desta terça-feira (12), em São José dos Campos.

O júri estava programado para começar às 9h, de acordo com informação do Tribunal de Justiça de São Paulo, no Fórum de São José dos Campos, no Jardim Aquarius, na região oeste da cidade.

O julgamento do médico ocorre seis anos após a morte de Jaqueline Barros, que era vendedora em São José dos Campos. Os executores da vítima foram condenados em julgamento realizado há três anos.

ACUSADO

O crime ocorreu em 2017 e, naquela época, segundo apontou a Polícia Civil, o médico pagou pelo homicídio da ex-mulher por uma dívida de pensão.

Costa de Sá chegou a ser preso, mas foi solto pouco depois. Em 2022, o médico foi preso novamente por não pagamento de pensão, mas 10 dias depois teve nova decisão favorável e voltou à liberdade.

A defesa de Costa de Sá nega as acusações e afirma que o médico é inocente.

ASSASSINATO

Jaqueline Barros foi morte no dia 8 e maio de 2017, na loja em que trabalhava. Segundo a investigação, um homem fingiu ser cliente, entrou na loja e caminhou em direção a Jaqueline, disparando a arma três vezes.

Dois tiros atingiram o rosto da vítima, que não resistiu e morreu no local. O atirador e a companheira foram identificados por uma câmera de segurança e presos três meses depois.

Eles confessaram que o crime havia sido encomendado por Costa de Sá por R$ 7.000. Uma semana depois, a polícia encontrou no telhado da casa do médico a arma usada no crime e ele foi preso, mas sendo liberado um mês depois. Desde então, ele ganha recursos na Justiça para evitar o julgamento.

A polícia informou que a mulher foi morta por causa de disputa judicial num processo de divórcio. Jaqueline conseguira uma pensão alimentícia por depender financeiramente do marido.

Comentários

Comentários