O historiador Douglas Almeida defende o tombamento imaterial do Banhado como patrimônio ambiental, cultural e histórico e imaterial, representado pelos moradores.
Segundo ele, o conceito inclui "os saberes e a comunidade". Almeida defende a permanência dos moradores tradicionais no Banhado.
Em 2015, ele protocolou no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) um pedido de tombamento para o Banhado, que não prosperou, segundo ele, por razões políticas.
"Mas foi importante por ter gerado um grande debate na cidade sobre o Banhado".