Eventos climáticos extremos deixaram de ser episódios isolados para assumir uma regularidade cada vez maior e mais assustadora. O alerta é de Gilberto Fisch, pesquisador do programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Unitau.
Além do clima, a equação se soma com ocupações irregulares, impermeabilização do solo, poluição atmosférica e gestão inadequada de resíduos para que o resultado impacte diretamente as camadas mais vulneráveis da população.
“Os eventos climáticos ocorrem como um prenúncio sobre possíveis mudanças do clima. A gente se lembra de Caraguatatuba em 1967, da região serrana do Rio de Janeiro em 2011 e de São Sebastião em 2023. Agora é esperar para ver onde e quando será o próximo evento, mas que vai ocorrer, vai”, disse Fisch.