Um homem foi condenado a 40 anos de prisão pela morte do policial civil Juliano Aparecido de Freitas, que ocorreu em outubro de 2020, durante uma investigação da vítima.
O acusado, que tinha 20 anos na execução do policial, foi preso em Lagoinha ainda em 2020, em uma chácara na zona rural.
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O colega de trabalho de Juliano, outro policial, também foi baleado, mas sobreviveu. Na ocasião, os dois estavam no bairro Pinus do Iriguaçu II, em Caçapava, investigando casos de furtos de veículos. Ao abordarem uma pessoa, os policiais foram surpreendidos por tiros vindos de longe.
De acordo com o que foi investigado, o condenado teria ligações com o tráfico e que gerenciava uma biqueira no bairro em que o crime aconteceu.
Na condenação, a Justiça ressalta que o réu praticou delito dos mais graves, demonstrando que não possui freios morais, tampouco compaixão ao próximo. "Trata-se inquestionavelmente de uma pessoa fria, insensível e gananciosa".
O documento relata que depois de balear os dois policiais, se "gabou" do ocorrido para seus comparsas e que teria cometido o crime para demonstrar sua perversidade. Ele também fez uma tatuagem de uma caveira de chapéu com um oito, cujo significado seria "matador de policial".
Juliano, que morreu aos 46 anos, deixou dois filhos menores.
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1 Comentários
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Jose mario de oliveira 17/02/2023Que comecem as apostas. Com quanto tempo ele sai da cadeia?