ATOS GOLPISTAS

Um mês após atos terroristas, cinco moradores do Vale permanecem presos em Brasília

Por Gabriel Campoy | Brasília | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um mês após os atos golpistas e terroristas contra os Três Poderes, em Brasília, no dia 8 janeiro (domingo), cinco moradores do Vale permanecem presos na capital federal por participação na depredação.

 

Letícia Santos Lima, de 30 anos, moradora de Taubaté; Alethea Verusca Soares, de 48 anos, moradora de São José dos Campos; e Marisa Fernandes Cardoso, de 54 anos, moradores de Guaratinguetá, seguem presas na PFDF (Penitenciária Feminina do Distrito Federal).

 

De acordo com a Seape-DF (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal), as encarceradas recebem mensalmente dois pacotes de absorventes, 500 ml de shampoo e 500 ml de condicionador.

 

Os outros dois presos são do Litoral Norte: Fabrício de Moura Gomes, de 45 anos, morador de Ilhabela; e Edson Carlos Campanha, de 62 anos, morador de Caraguatatuba. Eles estão presos no CDP 2 (Centro de Detenção Provisória) de Brasília, a chamada ‘Papuda’, conhecida por receber presos famosos como o ex-governador Paulo Maluf, o ex-ministro José Dirceu e o ativista comunista italiano Cesare Battisti.

 

Assim como as mulheres, os presos também recebem um kit de higiene pessoal e coletiva ao adentrarem em suas celas. Os itens também são trocados de mês em mês. É fornecido pela penitenciária: um creme dental, uma escova de dente, 1 kg de sabão em pó, dois rolos de papel higiênico, um desodorante e um sabonete líquido. 

 

Os kits também são trocados de mês em mês. No entanto, os detentos podem receber também tens de higiene trazidos por familiares.

 

Todos eles ainda, homens e mulheres, têm direito a quatro refeições diárias: café da manhã (pão com manteiga ou margarina e achocolatado), almoço (refeição de 650 g), jantar (refeição de 650 g) e lanche da noite (sanduíche e fruta).

 

Além desses, outros 19 bolsonaristas extremistas foram transferidos ao 19º Batalhão de Polícia Militar, enquanto 459 foram liberados mediante a instalação de uma tornozeleira eletrônica. Ao todo, 920 radicais presos pelos atos de vandalismo em Brasília permanecem presos na capital federal.

Comentários

3 Comentários

  • Joaquim pereira 16/02/2023
    Que continue presos até pagarem tudo o que deram prejuiso a inião. Estão senod muito bem tratado Tem que ficarem presos até pagar tudo que quebraram . Estão sendo muito bem tratados para não fazer nada. Muiiito bem feito para os idiotas.
  • Douglas 09/02/2023
    Que continuem presos! Lugar de quem apoia miliciano é na cadeia!
  • Aline Mousinho Bento 09/02/2023
    Bem feito, povo desocupado!! Tomara que sirva de exemplo!