A Polícia Civil está montando as peças do quebra-cabeças que cerca a morte de Geison Gunnar, diretor escolar que foi encontrado morto em sua residência em Caçapava no dia 12 de dezembro. A hipótese de suicídio já foi descartada pela investigação, que agora verifica o envolvimento de um morador de rua que estava com Geison no momento de sua morte.
O corpo de Geison foi encontrado em estado avançado de decomposição na segunda-feira passada. A polícia acredita que ele faleceu na sexta-feira, dia 9. O exame de necropsia realizado pela perícia não apontou sinais de violência em Geison. A residência do pedagogo foi encontrada revirada e o celular não foi encontrado.
Leia mais: Polícia descarta suicídio e diz que diretor escolar estava acompanhado quando morreu
"Trabalhamos com a possibilidade dele ter morrido por causas naturais e ter sido furtado por essa pessoa e ter sido assassinado, sem lesão aparente, porque o corpo já estava em decomposição, o que pode ter escondido alguma marca de violência", disse o delegado Hugo Pereira em entrevista a OVALE.
Geison era diretor da escola particular COC, em São José dos Campos, e do Colégio Olívia Alegri, de Caçapava. Ele era muito querido pelos alunos e colegas.