Geison Gunnar, diretor escolar e pedagogo de Caçapava que foi encontrado morto na segunda-feira (12), era querido por alunos, colegas e amigos. Ele foi encontrado sem vida, em sua casa, após não comparecer ao trabalho. De acordo com a polícia, seu celular não foi encontrado no local e sua residência estava revirada.
Ele era diretor do COC em São José dos Campos e de outra escola em Caçapava. Em suas redes sociais, diversas homenagens foram publicadas. Descrito como simpático, prestativo e animado, Geison aparece em fotos rodeado de alunos, familiares e amigos. O caso é investigado pela polícia.
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"Uma perda imensurável, fará falta por todos que tiveram o privilégio de te conhecer", diz uma das mensagens deixadas em seu perfil das redes sociais. "Exemplo de pessoa, de humanidade", escreve outro conhecido. "Um dia vamos nos encontrar e eu vou poder te dar um forte abraço e te agradecer por tudo que fez pelo meu filho", disse uma mãe de um ex-aluno de Geison.
Há três semanas, ele havia completado 43 anos. Em sua rede social, ele postou uma foto com funcionários da escola e um bolo. "Gratidão a cada um que fez desse dia um momento especial. O carinho de vocês tem sido muito importante para as adversidades do dia a dia. Muito obrigado por estarem sempre juntos. É maravilhoso poder contar com vocês", escreveu o pedagogo.
Era torcedor do São Paulo e, nas redes sociais, posou para diversas fotos acompanhando os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo do Qatar. Ele também deixou dois filhos, e o caso segue sendo apurado.