Yuri Fazollo, ex-jogador do Taubaté, morto com quatro tiros na semana passada, teve interrompido de forma brutal o sonho de ser um jogador de futebol profissional. Aos 20 anos, foi assassinado após discussão em uma festa na cidade de Ubá-MG, sua terra natal, para defender uma menina. Mas, por falar em menina, ele iria ser pai de uma menina nos próximos dias.
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No entanto, a violência não só acabou com o sonho de um jovem ser jogador profissional, como também acabou com o sonho de ser uma filha, acabou com o direito de uma criança ter um pai e ainda deixou uma mãe desamparada, sem o filho.
Segundo familiares, ele teria discutido com um homem em uma festa para defender uma moça. Então, o suspeito, já conhecido na cidade por outras confusões, foi ao carro pegou uma arma e voltou para atirar quatro vezes em Yuri. Ele ainda foi socorrido ao hospital Santa Isabel, na mesma cidade, mas morreu três dias depois.
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"Queremos que esse assassino seja procurado logo. Sei que se prenderem ele, será feita justiça. Isso não vai trazer meu primo de volta, mas vai acalmar o coração da família. Ele matou uma pessoa boa e deixou uma criança para trás", disse uma prima de Yuri, que não quis se identificar, em entrevista ao portal SBT News de Minas.
Inclusive, dias antes da tragédia, ele mandou uma mensagem de texto para outro jogador do Taubaté, João Pedro, dizendo que estava ansioso para esperar a filha nascer. "Só quero ver ela nascer", escreveu.
Yuri fez parte das categorias de base do Taubaté e chegou a ser cotado para jogar no time da Copa São Paulo de Futebol Junior em 2022. No entanto, não chegou a ser aproveitado. No momento, ele estava sem clube.
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