OPINIÃO

‘Atitude do chefe do Executivo é perversa’, diz Celso de Mello

Por Da redação | São José dos Campos
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Divulgação
Celso de Mello, ex-ministor do STF (Supremo Tribunal Federal)
Celso de Mello, ex-ministor do STF (Supremo Tribunal Federal)

Quem se revoltou contra a ideia do presidente Jair Bolsonaro em ampliar o número de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) foi justamente um ex-ministro da Corte, Celso de Mello. Em carta, ele disse que a atitude do chefe do Executivo é “perversa, inconstitucional e que se assemelha ao período ditatorial”.

“A pretensão de Bolsonaro e de seus epígonos, objetivando alterar a composição numérica da Corte Suprema do Brasil, revela que, subjacente a essa modificação, visa-se, na realidade, perversa e inconstitucional finalidade de controlar o STF e de comprometer o grau de plena e necessária independência que os magistrados e os corpos judiciários devem possuir, em favor dos próprios jurisdicionados (seus reais destinatários), no Estado de Direito legitimado pela ordem democrática!!!!”, escreveu o jurista.

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