Geraldo Alckmin (PSD), candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usou as redes sociais para criticar as confusões registradas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quarta-feira (12) durante a Festa da Padroeira, em Aparecida.
“Como católico, estou perplexo com as hostilidades promovidas em Aparecida no dia de nossa padroeira. Tenham mais respeito com os católicos. Igreja não é palanque. É lugar santo, de oração, e não de agressão”, escreveu.
Ele se referiu principalmente aos atos hostis contra profissionais de imprensa, que partiram de apoiadores do atual presidente. Bolsonaro esteve na Basílica e participou da missa no início da tarde.
Como católico, estou perplexo com as hostilidades promovidas em Aparecida no dia de nossa padroeira. Tenham mais respeito com os católicos. Igreja não é palanque. É lugar santo, de oração, e não de agressão.
— Geraldo Alckmin ???????? 1??3?? (@geraldoalckmin) October 12, 2022Contudo, apoiadores do presidente, vestidos de verde e amarelo, causaram algumas confusões e alguns ainda disseram que foram ‘censurados’ na Basília.
Veja em seguida: Lula diz que Bolsonaro foi a Aparecida sem ser convidado e que arrumou 'briga'
Mais cedo, Guilherme Boulos (Psol), deputado federal eleito no estado de São Paulo, também criticou a hostilização aos profissionais da TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo em Aparecida.
“VEXAME NACIONAL! Bolsonaristas agrediram cinegrafistas dentro do Santuário de Aparecida e vaiaram um bispo em plena missa. O Brasil não aguenta mais essa seita no poder!”, escreveu no Twitter.
VEXAME NACIONAL! Bolsonaristas agrediram cinegrafistas dentro do Santuário de Aparecida e vaiaram um bispo em plena missa. O Brasil não aguenta mais essa seita no poder!
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) October 12, 2022