A garota de 12 anos que confessou ter matado Ana Lívia, de 13 anos, em Taubaté, foi transferida de São José dos Campos para uma unidade da Fundação Casa em São Paulo, onde cumpre uma rotina de estudos, artes, esportes e religião.
Ela confessou ter matado a colega com um tiro na nuca e aguarda decisão da Justiça sobre a medida privativa de liberdade que lhe será imposta, como prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Ela pode ficar detida de seis meses a três anos.
Na unidade da Fundação Casa na capital, conforme apurou OVALE, a menina tem uma rotina de atividades que lhe ocupa o dia todo.
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Ela acorda às 6h e toma o café matinal, para depois ter uma rotina de estudos na unidade de internação provisória, como é feito com as demais meninas que estão na mesma unidade.
Na parte da tarde, após o almoço, as atividades são na área das artes e dos esportes. No período noturno, após o jantar, a garota tem atividade religiosa. Trata-se de uma rotina normal de qualquer garota que esteja internada na unidade.
Ao contrário de penitenciárias, a unidade não conta com área de seguro, reservada para pessoas que praticaram determinados crimes. Ou seja, a garota de 12 anos não está separada das demais meninas que cumprem medida na unidade da capital.
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