Nesta segunda-feira (19) o corpo da baleia que foi encontrado encalhado na Praia do Félix, em Ubatuba, neste sábado, foi enterrado pela equipe que executa o PMP-BS (Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos), do Instituto Argonauta.
Segundo o instituto, foram três dias de trabalho entre realização de necropsia, aguardo das condições da maré, chegada do maquinário da prefeitura de Ubatuba e colaboração da população para que o trabalho pudesse ser concluído.
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A equipe do Argonauta amarrou e prendeu a carcaça para evitar o descolamento e que ela encalhasse em outro local dificultando o acesso da retroescavadeira, mas infelizmente a corda que a prendia foi cortada, o que prejudicou todo o procedimento.
“Com certeza se a corda não tivesse sido cortada, teríamos finalizado o trabalho em menos tempo, mas felizmente deu tudo certo”, comentou o biólogo Danilo Camba, gerente de operações do Instituto Argonauta.
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A baleia encalhou em uma zona entremarés, o que dificultou o trabalho, devido ao tamanho do animal, de cerca de 13 metros de comprimento. Foram necessários três tratores para removê-la e enterrá-la. Com o maquinário adequado, foi possível transportar a carcaça até a parte seca e cavar o buraco no limite da vegetação da praia para que ela fosse enterrada.
Uma baleia encalhada morta na praia pode trazer riscos à saúde pública, por isso existe uma preocupação em realizar todo o procedimento no menor tempo possível e a solução nem sempre consegue ser tão imediata assim.