Saúde

Seis meses após inauguração, AME de Taubaté atende metade das especialidades previstas

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Atendimento no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Taubaté
Atendimento no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Taubaté

Seis meses após ser inaugurado oficialmente, o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de Taubaté atende apenas metade das especialidades prometidas.

A unidade, que começou a atender em fevereiro, foi inaugurada oficialmente em março com três especialidades: urologia, oftalmologia e cirurgia plástica.

Clique e faça parte do nosso grupo no WhatsApp e receba matérias exclusivas. Fique bem informado! Acesse: https://bit.ly/ovale-agora-37

Na ocasião, o governo estadual anunciou que até setembro o AME iniciaria o atendimento em mais 23 especialidades. Mas, das 26 especialidades prometidas, apenas 13 são oferecidas por enquanto.

Além das três iniciais – urologia, oftalmologia e cirurgia plástica --, as outras 10 especialidades que foram acrescidas à lista são cirurgia vascular, cirurgia pediátrica, anestesista, cirurgia geral, oncologia (quimioterapia), otorrinolaringologia, dermatologia, mastologia, ortopedia e proctologia.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, outras quatro especialidades devem iniciar atendimento em outubro: cardiologia, endocrinologia adulto, pneumologia adulto e reumatologia.

Não foi informada uma previsão de data para o início de atendimento nas nove especialidades restantes, que são acupuntura, alergia e imunologia, gastroenterologia adulto, gastroenterologia infantil, infectologia, neurologia, cardiologia infantil, endocrinologia infantil e pneumologia infantil.

Sobre essas últimas especialidades, a secretaria alegou que “estão em processo de seleção dos profissionais” e que “os serviços vão sendo implantados conforme a demanda requerida pela região”.

Quando o AME foi inaugurado, a meta era realizar 117 mil consultas por ano. A secretaria não informou a média mensal de atendimentos na unidade.

NOVELA.
Realizada pela Prefeitura, com recursos do Estado, a obra do AME foi iniciada em agosto de 2015 e deveria ter sido finalizada em agosto de 2016, mas a inauguração ocorreu com 67 meses de atraso e apenas de forma parcial, já que nem todas as especialidades são disponibilizadas.

A obra, que custaria R$ 10,4 milhões, já passou para R$ 15,133 milhões – isso inclui a construção do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, que também deveria ter ficado pronto em agosto de 2016, mas ainda não tem data para ser inaugurado.

O AME de Taubaté é administrado pelo Seconci (Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo). O contrato firmado entre o governo estadual e a OS (Organização Social) terá 60 meses de duração, com custo mensal de R$ 2,6 milhões.

Comentários

Comentários