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Tarcísio diz que vai ampliar apoio à rede de filantropia na saúde e com a Fazenda da Esperança

Por Xandu Alves |
| Tempo de leitura: 2 min
Apoio. Tarcísio de Freitas conversa, pelo celular, com frei Hans Stapel, um dos fundadores da Fazenda da Esperança
Apoio. Tarcísio de Freitas conversa, pelo celular, com frei Hans Stapel, um dos fundadores da Fazenda da Esperança

Cumprindo agenda em Aparecida e Guaratinguetá neste domingo (11), Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao governo de São Paulo, disse que pretende ampliar o apoio financeiro do Estado na rede de hospitais filantrópicos e também com as comunidades terapêuticas para atender dependentes químicos.

Tarcísio participou de missa no Santuário Nacional de Aparecida logo pela manhã e depois visitou o Hospital Frei Galvão e a Fazenda da Esperança Feminina, em Guaratinguetá.

Segundo ele, a estrutura do hospital está “operando muito abaixo da capacidade” e que precisa de apoio do Estado para atender mais pacientes por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), assim como outros hospitais e unidades filantrópicas na área da saúde do Vale do Paraíba.

“A estrutura do hospital é muito boa. Por questão financeira, é um hospital asfixiado e está operando muito abaixo da capacidade. Vamos trabalhar para recuperar a rede de filantropia do estado, como as santas casas aqui da região”, disse ele a OVALE.

“E atuar junto ao governo federal para redução de taxas, parcelamento e até perdão de dívidas. Aumentar eficácia na atenção primária vai sobrar recursos para aplicar na filantropia. O Hospital Frei Galvão tem muita possibilidade de ampliação e pode atender muito mais gente, com grande referência nessa região.”

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Na Fazenda da Esperança, Tarcísio conversou com mulheres que estão em tratamento, conheceu as dependências da unidade e falou, pelo celular, com um dos fundadores da comunidade, o frade franciscano Hans Stapel.

“Colocamos no plano de governo a necessidade de ampliar a rede de comunidades terapêuticas e aumentar a estrutura do Cras-AD [Centro de Referência de Assistência Social - Álcool e Drogas] para ampliar a porta de entrada e mandar para as comunidades”, afirmou Tarcísio.

Segundo ele, são mais de 400 comunidades terapêuticas em São Paulo e apenas 70 têm o apoio do Estado.

“A gente precisa ampliar esse suporte para que a gente consiga atender mais pessoas. Quando a gente vem para cá e vê como funciona, o índice de recuperação é muito grande. Envolve a recuperação da pessoa como ser humano, da fé, espiritualidade, valores e autoconfiança. Vai além do tratamento de saúde. A fazenda tem um grande modelo e vamos multiplicar pelo Estado.”

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