O vulcão Kilauea, no Havaí, voltou a apresentar atividade eruptiva e impressionou moradores, pesquisadores e turistas com novas fontes de lava visíveis dentro da cratera Halema'uma'u. Considerado um dos vulcões mais ativos do planeta, o fenômeno faz parte de uma sequência de episódios registrados desde o fim de 2024.
De acordo com informações divulgadas por órgãos de monitoramento, o atual episódio é mais um dentro de um ciclo eruptivo iniciado em 23 de dezembro de 2024. Desde então, o Kilauea já passou por dezenas de eventos semelhantes, alternando períodos de calmaria e intensa liberação de lava.
No episódio mais recente, registrado no sábado (10), jatos de lava chegaram a vários metros de altura, permanecendo confinados ao interior da cratera, sem avanço para áreas habitadas.
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Além da lava incandescente, o vulcão segue liberando grandes quantidades de gases vulcânicos. Esses compostos podem afetar a qualidade do ar, especialmente em regiões localizadas na direção dos ventos, o que levou as autoridades a intensificarem o acompanhamento ambiental.
Equipes locais mantêm recomendações de segurança e restringem o acesso a áreas próximas, principalmente para visitantes, como forma de prevenir riscos à saúde.
Apesar do cenário impressionante, não há registro de prejuízos diretos a comunidades próximas. As agências responsáveis afirmam que a atividade segue sob controle e é monitorada em tempo real, com atualizações frequentes para a população.
Com atividade quase contínua desde 1983, o Kilauea é um dos vulcões mais estudados do mundo. Cada novo episódio oferece dados valiosos para a compreensão dos processos geológicos, ajudando cientistas a aprimorar modelos de previsão e estratégias de prevenção.
O acompanhamento segue constante, e novos alertas podem ser emitidos conforme a evolução do fenômeno.