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Gastos com turismo devem crescer em Jundiaí e Região neste ano

Por Redação |
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Divulgação
O setor será impulsionado pelas classes A e C, tanto em Jundiaí quanto na RMJ
O setor será impulsionado pelas classes A e C, tanto em Jundiaí quanto na RMJ

O potencial de consumo com viagens em Jundiaí e na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ) deve crescer em 2026, segundo dados do IPC Maps, estudo que estima os gastos dos brasileiros em diferentes segmentos de consumo. Enquanto a cidade projeta um aumento de 5% em relação ao ano anterior, a RMJ deve registrar expansão de 7,2%.

Em Jundiaí, a estimativa de gastos com viagens passa de R$ 451,1 milhões em 2025 para R$ 473,8 milhões em 2026, um acréscimo de R$ 22,7 milhões. O maior crescimento proporcional ocorre entre as famílias da classe A, cujo potencial de consumo sobe 31%, alcançando R$ 142,1 milhões. Também se destacam as classes C, com alta de 11,2% e previsão de gastos de R$ 89 milhões, e D/E, que avançam 15,6%, chegando a R$ 5,4 milhões.

A classe B, entretanto, segue como a principal responsável pelo consumo no setor, com estimativa de R$ 237,3 milhões em 2026, embora apresente retração de 8% em relação ao ano anterior.

Já na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), o potencial de consumo com viagens deve atingir R$ 759,9 milhões em 2026, frente aos R$ 708,7 milhões registrados em 2025. O aumento absoluto é de cerca de R$ 51,2 milhões.

Assim como ocorre em Jundiaí, a classe A lidera o crescimento percentual na RMJ, com avanço de 29,1%, passando de R$ 158,9 milhões para R$ 205,1 milhões. A classe C também apresenta desempenho positivo, com alta de 7,8% e gastos estimados em R$ 165,9 milhões. Já a classe B, apesar de continuar sendo a principal faixa de consumo da região, com R$ 378,6 milhões, registra queda de 2%.

Além do aumento no potencial de consumo, o levantamento mostra a expansão da estrutura empresarial ligada ao turismo. Em Jundiaí, o número de empresas de alojamento passou de 86 para 98 entre 2025 e 2026, crescimento de 14%. Já as agências de viagens, operadoras turísticas e empresas de serviços de reservas aumentaram de 358 para 428, alta de 19,6%.

Na RMJ, o segmento de alojamento cresceu 17,3%, passando de 156 para 183 estabelecimentos. O número de agências de viagens, operadoras turísticas e serviços de reservas avançou 17,2%, saltando de 464 para 544 empresas.

No Brasil

A proximidade das férias escolares agora em julho aquece significativamente o setor turístico no país, resultando em grande impacto na economia ao longo do ano, bem como na maior demanda por serviços hoteleiros e de transporte. Com base nisso, dados da Pesquisa IPC Maps apontam que as famílias brasileiras devem desembolsar cerca de R$ 106,9 bilhões até o fim de 2026, o que representa um incremento de 6,6% em comparação ao ano passado.

Nos cálculos, são levadas em conta despesas com alimentação, hospedagem, passagens aéreas e de ônibus, combustível e excursão.

Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá por R$ 33,8 bilhões dos gastos; seguido por Minas Gerais com R$ 14,6 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 8,5 bilhões; e Paraná, na quarta posição, totalizando R$ 7 bilhões nas despesas com viagens.

Igualmente em alta, está o perfil turístico empresarial. De acordo com o IPC Maps, de 2025 para cá, mais de 15 mil agências de viagens, operadores e serviços de reservas foram abertos, totalizando atualmente 123.480 unidades — um acréscimo de 14,1%. No mesmo período, a quantidade de serviços de hospedagem cresceu 9,3%, somando 89.107 alojamentos existentes no país.

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