CONTRABANDO

Operação contra cigarros contrabandeados tem alvo em Franca

Por Giovanna Attili | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Divulgação/Polícia Federal
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em outros três imóveis, além do imóvel em Franca
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em outros três imóveis, além do imóvel em Franca

A Polícia Federal deflagrou, nessa quinta-feira, 15, a Operação Carga Invisível, para combater o contrabando de cigarros de origem paraguaia no Sudoeste de Minas Gerais. Franca também foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a ação.

Além de Franca, foram cumpridos mandados em imóveis de Cássia e Itaú de Minas, em Minas Gerais. Ao todo, foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão nas três cidades.

A investigação começou após uma prisão em flagrante realizada pela Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais na rodovia MG-050. Na ocasião, foram apreendidos 1.255 pacotes de cigarros transportados sem autorização legal.

A partir das apurações, a Polícia Federal identificou indícios de que o investigado distribuía cigarros contrabandeados a comerciantes de municípios da região de Passos (MG).

Os policiais também constataram que o homem havia informado um endereço residencial falso, posteriormente localizado em Franca, e ocultado o local onde as mercadorias ilegais eram armazenadas.

Fornecedor foi preso durante investigação

Durante as diligências, a Polícia Federal identificou um possível fornecedor dos cigarros. Segundo a corporação, o suspeito já tinha registros policiais relacionados a falsificação e contrabando de cigarros, entre outros crimes, e era alvo de um mandado de prisão preventiva, cumprido no decorrer das apurações.

Uma nova prisão em flagrante ocorreu durante o cumprimento dos mandados de busca. O suspeito foi encontrado com caixas de cigarros contrabandeados e encaminhado à delegacia da Polícia Federal em Divinópolis (MG), onde serão adotadas as medidas cabíveis.

Os dois homens presos em flagrante permanecem à disposição da Justiça e poderão responder pelo crime de contrabando, cuja pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão.

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