MANIFESTO

Francanos assinam manifesto que cobra investigação sobre o STF

Por Lara Santiago | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Reprodução
Luiza Helena Trajano e Frederico Trajano aderem ao manifesto
Luiza Helena Trajano e Frederico Trajano aderem ao manifesto

A empresária Luiza Helena Trajano e o executivo Frederico Trajano, naturais de Franca, estão entre os 157 signatários do manifesto “Pela Lei e pelo Brasil”, divulgado nesta quarta-feira, 9. O documento cobra uma investigação completa e independente sobre o STF (Supremo Tribunal Federal) diante da crise institucional gerada pelas investigações sobre a fraude milionária envolvendo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O manifesto também defende o afastamento cautelar de pessoas que venham a ser formalmente investigadas e a criação de um código de conduta vinculante para os tribunais superiores e órgãos responsáveis por investigação e acusação.

Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, e Frederico Trajano, CEO da empresa, aparecem na relação ao lado de empresários, economistas, juristas e outras personalidades.

Entre os demais signatários estão personalidades como Luciano Huck, Armínio Fraga, Pedro Parente, Nelson Motta e Mayana Zatz.

Os signatários defendem que os episódios sejam apurados de maneira independente, com esclarecimento de eventuais responsabilidades.

O que o manifesto pede?

O documento apresenta três pontos centrais: investigação completa, célere e independente dos fatos e responsabilidades; afastamento cautelar de pessoas formalmente investigadas; e criação de um código de conduta vinculante para tribunais superiores e órgãos de investigação e acusação.

No manifesto, os signatários afirmam que as notícias divulgadas nos últimos dias “não constituem um episódio isolado” e apontam o que classificam como consequência de um sistema que, segundo eles, teria deixado de aplicar a si próprio os mesmos freios impostos aos demais.

O texto cita ministros do STF, as cúpulas da Polícia Federal e do Ministério Público, o Congresso Nacional e integrantes ligados ao atual e ao ex-presidente da República.

Segundo os signatários, cabe às instituições apurar os fatos e eventuais responsabilidades, “com todas as garantias do devido processo”.

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