INVESTIGAÇÃO

Jovem suspeito de balear primo morre após nova briga em Restinga

Por Ariane Jud | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Sampi/Franca
Reprodução
Vitor Henrique de Souza Santos, de 23 anos, que morreu após briga nesse domingo
Vitor Henrique de Souza Santos, de 23 anos, que morreu após briga nesse domingo

O jovem Vitor Henrique de Souza Santos, de 23 anos, morreu após uma briga em uma residência na rua Marcelo Alves Valério, em Restinga, na noite desse domingo, 16. Ele chegou a ser socorrido e transferido para a Santa Casa de Franca, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo o registro policial, Vitor foi até a residência para tratar de uma questão relacionada a uma transferência via PIX. Durante a conversa, houve uma discussão e ele entrou em luta corporal com um adolescente de 16 anos.

O adolescente conseguiu se desvencilhar de Vitor. Após a briga, foi constatado que o jovem apresentava sangramento.

Vitor foi levado inicialmente ao Posto de Saúde Municipal de Restinga e, posteriormente, transferido para a Santa Casa de Franca. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

O adolescente foi apreendido pela Polícia Militar e apresentado à autoridade policial. Após analisar as circunstâncias, a autoridade determinou a apreensão por ato infracional análogo ao crime de homicídio consumado.

Davi foi encaminhado ao CAIP (Centro de Atendimento Inicial e Provisório) de Franca, unidade da Fundação Casa, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Primo foi baleado em abril

A morte de Vitor ocorre meses após ele ter sido apontado como autor dos disparos que atingiram o próprio primo, Carlos Henrique Souza, de 28 anos, no fim da Festa do Peão de Restinga, em 19 de abril.

Na ocasião, Carlos foi baleado e ficou gravemente ferido. Segundo as investigações, os dois eram primos e moradores de Franca e teriam se desentendido após o encerramento da festa.

Após a discussão, Vitor teria deixado o local, ido até a própria casa para buscar uma arma e retornado pouco depois. Na sequência, teria efetuado ao menos seis disparos contra Carlos, que foi socorrido em estado grave.

Dias depois do ataque, Vitor se apresentou à Polícia Civil de Restinga acompanhado de um advogado. Ele foi ouvido e optou por permanecer em silêncio. Como não havia ordem de prisão contra ele naquele momento, respondeu à investigação em liberdade.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Vitor. O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico-Legal) para exame necroscópico.

Leia mais: Primo suspeito de atirar após festa se apresenta e é liberado

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