Pais de alunos da Escola Estadual "Maciel de Castro Júnior", em São José da Bela Vista, cidade localizada a 30 km de Franca, denunciaram ao Portal GCN/Sampi a falta de água na unidade desde a manhã de quarta-feira, 12. Segundo os relatos, o problema continuava nesssta quinta-feira, 13, afetando a rotina escolar e gerando preocupação com as condições de permanência dos estudantes.
De acordo com as informações encaminhadas à reportagem, alguns alunos teriam passado mal em razão do calor e da dificuldade de acesso à água. Os relatos também apontam que há salas de aula com ventiladores sem funcionamento, o que agravaria o desconforto durante as atividades.
Ainda conforme os denunciantes, a direção da escola informou que as aulas seriam mantidas normalmente na quinta-feira. A unidade estaria utilizando a água remanescente de um caminhão-pipa enviado na tarde de quarta-feira, mas havia receio de que o volume não seja suficiente para atender estudantes, professores e demais funcionários ao longo do dia.
A reportagem procurou a Seduc (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo) para esclarecer a situação. Entre os questionamentos encaminhados, estão a causa da falta de água, a previsão para o restabelecimento do abastecimento, a confirmação dos relatos de alunos que passaram mal, as medidas emergenciais adotadas para garantir água potável, a situação dos ventiladores e os motivos para a manutenção das aulas diante das condições relatadas.
O que diz a Seduc?
Em nota, a URE (Unidade Regional de Ensino) de Franca informou que a falta de água registrada na região na quarta-feira, 12, exigiu a contratação de um caminhão-pipa para normalizar o abastecimento da Escola Estadual "Maciel de Castro Filho" na quinta-feira, 13.
Segundo a Secretaria da Educação, o problema não comprometeu o preparo das refeições, o funcionamento dos banheiros nem a oferta de água para consumo de alunos e servidores. A URE acrescentou que acionou a FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) para realizar a manutenção da bomba da caixa d'água, que teria sofrido uma sobrecarga durante a madrugada.
A pasta também negou a existência de ventiladores quebrados na unidade, afirmando que a última manutenção dos equipamentos foi realizada na segunda-feira, 10.
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