MARCA D'ÁGUA

Claude passa a identificar conteúdo criado por IA

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/Aerps.com/Unsplash
A medida inclui conteúdos produzidos pelo Claude, Claude Code, Claude Cowork, Claude Tag e pela plataforma de API.
A medida inclui conteúdos produzidos pelo Claude, Claude Code, Claude Cowork, Claude Tag e pela plataforma de API.

A Anthropic anunciou nessa terça-feira (11) que o Claude passa a utilizar marcas de identificação em conteúdos gerados por inteligência artificial para atender às regras de transparência da União Europeia.

A empresa informou que modelos lançados na União Europeia a partir de 2 de agosto de 2026 terão o recurso desde o lançamento. A medida inclui conteúdos produzidos pelo Claude, Claude Code, Claude Cowork, Claude Tag e pela plataforma de API.

Textos gerados recebem marcas incorporadas ao conteúdo. Arquivos passam a contar, quando compatível, com metadados de procedência assinados digitalmente. Para imagens, a Anthropic utiliza o padrão aberto C2PA, voltado à identificação da origem e histórico de conteúdos digitais.

A empresa afirmou que as marcas também serão aplicadas fora da Europa, nos locais onde o Claude está disponível. Modelos lançados antes de 2 de agosto também estão em processo de adaptação.

Segundo a Anthropic, a identificação não é infalível. Textos muito editados, parafraseados ou traduzidos podem perder a marca detectável, enquanto metadados de arquivos podem ser removidos por conversões de formato ou capturas de tela.

A iniciativa acompanha medidas semelhantes anunciadas por outras empresas de inteligência artificial, como OpenAI, Google e Meta.

Com informações do Mashable.

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