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SantaPira Lodge: pesca premium no coração do Araguaia


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Reprodução/Redes Sociais

Há regiões do Rio Araguaia que o tempo parece não ter alcançado. Sem cidades no entorno, sem outras operações de pesca, sem pressão sobre os cardumes. Foi exatamente nesse trecho, de difícil acesso e beleza intocada, que o fundador Eduardo Gomide Moreira dos Santos fez uma pescaria inesquecível e decidiu, ali mesmo, empreender. Nascia a SantaPira, em 2020, no coração do município de Santa Terezinha, no Mato Grosso.

Hoje, a operação conta com duas estruturas independentes: o SantaPira Lodge, com capacidade para 34 hóspedes, e o SantaPira Express, um flutuante às margens do Araguaia - Ilha do Bananal, para grupos de até 12 pessoas. Quando a demanda pede, as duas trabalham juntas, atendendo grupos de até 46 pescadores com a mesma proposta: conforto de alto padrão no meio da natureza preservada.

A experiência começa no trajeto
Quem escolhe o SantaPira Express parte de Caseara, a aproximadamente 250 km de Palmas - tudo em asfalto - e embarca para cerca de uma hora e meia de navegação pelo Araguaia até chegar ao flutuante. No caminho, nenhuma cidade, nenhum ruído. Só o rio. "É um local que não tem absolutamente nada. Não tem cidade, não tem nada", conta Luciano Allen Emery de Souza Filho, sócio responsável pelo setor comercial da SantaPira.

O dia de chegada é reservado para conhecer a estrutura e descansar. A pescaria começa no dia seguinte, cedo, logo após o café da manhã. A rotina combina saídas de pesca com gastronomia de alto padrão elaborada por chef: café da manhã completo, almoço no rio ou no flutuante - a escolha é do grupo -, petiscos variados, jantar com sobremesa e bebidas inclusos no pacote all inclusive. Chopp Heineken, cervejas, caipirinhas, drinks e muito mais estão na lista.

O que morde no Araguaia
Os grandes bagres são os carros-chefe da SantaPira: a piraíba e a pirarara são as espécies mais buscadas, durante toda a temporada de março a outubro. A partir de junho, com a queda no nível das águas, outras espécies entram em cena: mandubé, barbado, caixara, tambaqui, dourada, surubim chicote e até tucunaré em alguns pontos. "É uma região riquíssima", resume Luciano.

O diferencial, porém, está na ausência de pressão de pesca. A dificuldade de acesso é, paradoxalmente, o que mantém o rio intocado — e os peixes abundantes. "É um lugar que praticamente só o hóspede vai pescar. A pressão de pesca é zero", explica o sócio.

Para quem é a SantaPira
O público tradicional são grupos de homens entusiastas da pesca esportiva, mas o perfil vem se diversificando rapidamente. "Vem crescendo muito o grupo formado por pais e filhos, por casais, grupo de mulheres. Hoje a gente atende basicamente todo tipo de grupo", conta Luciano. O denominador comum é a valorização do conforto e do atendimento - quem escolhe a SantaPira sabe o que está buscando e, segundo o sócio, não mede pelo preço: "A pessoa que conhece o produto da pesca sabe o valor de ter um bom atendimento, uma cama de alto padrão, chuveiro pressurizado, all inclusive de alto nível."

A temporada vai de março a outubro. Informações e reservas pelo tel (66) 98404-4702 e pelo Instagram @santapiralodge e @santapiraexpress.

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