A Lua de Morango poderá ser observada nesta segunda-feira, 29, a partir das 20h58, horário de Brasília, em Franca e em todo o hemisfério Sul. A lua cheia marca a primeira do verão e será vista com um brilho de tonalidade âmbar. Em 2026, o fenômeno terá o maior arco de trajetória no céu para quem está no Hemisfério Sul.
O fenômeno ocorre um dia após o apogeu, momento em que a Lua está mais distante da Terra. Por isso, a Lua de Morango deste ano também é considerada uma microlua, sendo a segunda menor lua cheia de 2026. Apesar disso, especialistas afirmam que a diferença de tamanho em relação às demais luas cheias será praticamente imperceptível a olho nu.
Melhor forma de observar
Para acompanhar o fenômeno, a recomendação é procurar um local escuro e com boa visibilidade do horizonte, livre de obstáculos como prédios e árvores. Nessas condições, será possível observar melhor a lua surgindo no céu.
Embora muitas pessoas percebam uma coloração alaranjada ou avermelhada, a tonalidade da Lua não muda de fato. Segundo especialistas, o efeito ocorre porque a luz refletida pelo satélite atravessa a atmosfera terrestre antes de chegar aos olhos dos observadores. Em locais com maior poluição do ar, essa coloração pode parecer ainda mais intensa.
Origem do nome
O nome “Lua de Morango” surgiu entre povos indígenas norte-americanos da etnia Algonquin, que associavam a lua cheia de junho ao período de colheita de frutas silvestres. Outros povos também deram nomes diferentes ao fenômeno, relacionados às atividades típicas da época do ano.
Próximas luas cheias
Ainda estão previstas outras seis luas cheias em 2026. O calendário segue com:
- 29 de julho: Lua do Cervo;
- 28 de agosto: Lua do Esturjão;
- 26 de setembro: Lua da Colheita;
- 26 de outubro: Lua do Caçador;
- 24 de novembro: Lua do Castor;
- 23 de dezembro: Lua Fria.
As luas cheias de novembro e dezembro também deverão ser superluas, quando o satélite estará mais próximo da Terra e aparentará um tamanho maior no céu.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.