ALUNA BARRADA

Confusão em escola cívico-militar vira caso de polícia em Franca

Por Pedro Dartibale | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Sampi/Franca
Reprodução/Redes sociais
Escola Estadual 'Antônio Fachada', no Parque Vicente Leporace l
Escola Estadual 'Antônio Fachada', no Parque Vicente Leporace l

Um desentendimento entre o pai de uma estudante e um funcionário da Escola Estadual “Professor Antonio Fachada”, que funciona no sistema cívico-militar, terminou em registro de boletim de ocorrência na Polícia Civil, em Franca.

O caso aconteceu na manhã do dia 21 de maio, na unidade localizada na rua Maria Garcia Martins Torres, no Parque Vicente Leporace III. Segundo o registro policial, a aluna teria sido impedida de entrar na escola por estar usando uma aliança de compromisso.

Apesar da confusão, a ocorrência foi registrada como “não criminal – outros não criminal” e não houve prisão em flagrante.

De acordo com o boletim elaborado pela Polícia Civil de Franca, a ocorrência foi comunicada oficialmente no dia 22 de maio. A declarante relatou à polícia que o pai da estudante, identificado como um policial aposentado, teria se envolvido em um conflito ao tentar entrar na unidade escolar acompanhado da filha.

Segundo o relato registrado no documento, a estudante afirmou que foi destratada por um funcionário ao chegar à escola e impedida de acessar a unidade por conta da aliança.

Ainda conforme o boletim, o pai teria reagido de forma agressiva após a situação.

O caso foi encaminhado para apreciação do delegado titular.

Investigação e posicionamento da Seduc

A ocorrência foi registrada sem autoria definida e sem indicação de crime consumado. O boletim também informa que não houve prisão em flagrante.

Agora, o caso deverá ser analisado pela Polícia Civil, que poderá ouvir os envolvidos e apurar as circunstâncias relatadas na ocorrência.

Em nota oficial, a URE (Unidade Regional de Ensino) de Franca informou que a estudante não foi impedida de entrar na unidade escolar.

Segundo a URE, a direção da escola recebeu a responsável pela aluna e prestou esclarecimentos durante uma reunião realizada nessa terça-feira, 26.

A nota afirma ainda que a estudante foi orientada sobre a utilização de piercings, conforme recomendação prevista no regimento interno da unidade.

A URE de Franca também destacou que as escolas da rede seguem normas de convivência e procedimentos estabelecidos no regimento escolar, priorizando respeito, diálogo e acolhimento da comunidade escolar.

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Comentários

3 Comentários

  • Darsio 28/05/2026
    Pai e mãe que se aprovam esse tipo de escola para seus filhos, são os mesmos que se olham para um espelho e veem o reflexo de fracassados. Afinal, depender de um estranho para ensinar respeito e outros valoreres ao seu filho, é sim o atestado de incompetência, de fracasso enquanto mãe ou pai. E, sobre esse episódio, se for verdade essa história da proibição da aliança de compromisso, só sendo idiota, imbecil elevado ao quadrado, orador para pneu e bebedor de detergente, para acreditar que usar aliança afeta a aprendizagem. Por fim, digo que a crise da educação é resultado da crise das famílias, pois o que se observa em geral, são os pais submissos aos mimos e ordens de seus filhos.
  • Márcio Alves Cardoso 27/05/2026
    Se a regra é essa, deve ser respeitada.
  • Abreu 27/05/2026
    Nos quartéis da juventude hitlerista não são aceitos certos tipos de pessoas, só as conservadoras do tipo Deus-Pátria-Familia, e com firma reconhecida nos cartórios bozonazistas.