NOVA DATA

Ponte entre Cássia e Delfinópolis tem leilão remarcado

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/GCN
Travessia entre as cidades é realizada por balsas
Travessia entre as cidades é realizada por balsas

O processo de concessão para a construção da ponte que vai ligar os municípios de Cássia e Delfinópolis, no Sul de Minas Gerais, teve mudanças no cronograma. Considerada uma obra estratégica para a região, a iniciativa promete substituir a atual travessia por balsas e impulsionar o turismo e a economia local.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias e a Prefeitura de Delfinópolis confirmaram o adiamento das etapas do processo licitatório. Agora, a entrega das propostas pelas empresas interessadas foi prorrogada e deve ocorrer até o dia 6 de abril, após pedidos de participantes que solicitaram mais prazo para elaboração dos projetos. Já o leilão da concessão acontece no dia 14 de abril, na B3, em São Paulo.

Anteriormente, o cronograma previa a entrega das propostas na úlitma sexta-feira, dia 20, com o leilão marcado para o dia 30. A mudança amplia o prazo para análise técnica e participação de mais concorrentes, o que pode aumentar a competitividade do processo.

Obra aguardada e estratégica

A construção da ponte é uma demanda antiga e deve substituir a atual travessia por balsas sobre o reservatório da Usina de Mascarenhas de Moraes, no rio Grande.

Atualmente, moradores, produtores e turistas dependem do transporte por balsa, que funciona 24 horas, mas pode gerar filas e atrasos - especialmente em feriados e períodos de grande movimento.

Com cerca de 1,2 km de extensão, a nova ponte vai permitir ligação direta entre os municípios, reduzindo o tempo de deslocamento e trazendo mais segurança para quem utiliza o trajeto.

Impacto direto na região

Muito frequentada por moradores de Franca, a área é porta de entrada para a Serra da Canastra, um dos principais destinos turísticos da região.

A expectativa é que a obra impulsione o turismo, facilite o acesso e melhore o escoamento da produção agrícola. O projeto prevê um contrato de concessão de 30 anos, com investimento estimado em mais de R$ 220 milhões.

Também está prevista a cobrança de tarifa para custear a construção e manutenção da estrutura, com discussão sobre valores diferenciados para moradores locais. Estima-se que seja cobrado o valor de R$ 15 para entrar na cidade e R$ 15 para sair.

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