BALANÇO

Franca tem alta nas vendas e locações de imóveis usados

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Arquivo/GCN
As locações em Franca e região cresceram 85,71% em relação a agosto
As locações em Franca e região cresceram 85,71% em relação a agosto

O mercado imobiliário de Franca e região registrou um desempenho expressivo em setembro, com forte alta nas vendas e nas locações de imóveis usados, segundo levantamento do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo).

A pesquisa, realizada com 71 imobiliárias das cidades de Franca, Aramina, Buritizal, Guaíra, Igarapava, Ituverava, Miguelópolis, Patrocínio Paulista, Ribeirão Corrente e São Joaquim da Barra, mostrou que as vendas aumentaram 82,31% e as locações cresceram 85,71% em relação a agosto.

De acordo com o presidente do Creci-SP, o crescimento indica um reaquecimento do mercado local, impulsionado pela confiança dos consumidores e melhores condições de crédito habitacional, especialmente em financiamentos pela Caixa Econômica Federal, que responderam por 54,8% das vendas.

Os imóveis mais procurados foram casas e apartamentos de até R$ 200 mil, com dois dormitórios e área útil entre 50 m² e 100 m², localizados principalmente na periferia, onde há melhor custo-benefício entre preço e infraestrutura. Para o conselho, o comprador voltou a acreditar na estabilidade econômica e encontrou condições favoráveis para investir na casa própria.

Perfil das vendas e locações

Vendas em setembro:

  • Casas: 48%
  • Apartamentos: 52%
  • 45,2% dos imóveis vendidos estavam na periferia
  • Modalidades: 54,8% financiados pela Caixa, 22,6% à vista e 6,5% por outros bancos

Locações em setembro:

  • Casas: 62%
  • Apartamentos: 38%
  • Faixa de aluguel mais comum: até R$ 1.000
  • Garantia mais usada: fiador (51,7%)
  • Localização dos imóveis alugados: 44% periferia, 52% região central, 4% áreas nobres

A pesquisa aponta ainda que, entre os inquilinos que deixaram seus imóveis, 28,6% mudaram para um aluguel mais barato, enquanto 9,5% optaram por um mais caro.

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