OBRA NO VIADUTO

Faculdades rompem com empresa que construiria centro cultural

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Arquivo/GCN
Área reservada para construção de um Centro Cultural no canteiro do viaduto Dona Quita, em Franca
Área reservada para construção de um Centro Cultural no canteiro do viaduto Dona Quita, em Franca

A FDF (Faculdade de Direito de Franca) e a Uni-Facef (Centro Universitário Municipal de Franca) romperam o contrato com a empresa Terra Incorporadora e Construtora Ltda., vencedora da licitação para a construção de um centro cultural, nesta terça-feira, 21.

A área destinada para a obra fica abaixo do viaduto Dona Quita, localizado no cruzamento das avenidas Major Nicácio e Dr. Ismael Alonso Y Alonso, na região central da cidade, com o valor estimado de R$ 163 mil. O espaço vinha sendo ocupado por moradores de rua e foi cercado há pelo menos dois anos.

O rompimento do contrato foi publicado no Diário Oficial do Município na edição desta terça-feira. “Por acordo entre as partes o contrato foi rescindido amigavelmente em 10 de outubro de 2025, acatando Termo de Ajuste de Conduta firmado entre a contratada e o Ministério Público do Trabalho”, esclareceu a FDF.

Outros contratos

A Terra Construtora já havia vencido outras duas licitações para obras em Franca, mas os contratos foram rompidos. Um deles, firmado com a Prefeitura, era para a reforma da praça Barão, no Centro; o outro, com a Câmara Municipal, para a revitalização do prédio do Legislativo. Em ambos os casos, o motivo da rescisão foi o mesmo: descumprimento dos prazos de entrega e sucessivos pedidos de prorrogação e reajuste de valores.

A obra da praça Barão está orçada em R$ 2,4 milhões, enquanto a revitalização da Câmara Municipal tem custo estimado em cerca de R$ 3 milhões. O rompimento dos contratos foi anunciado em agosto. No caso da praça, a própria Prefeitura decidiu assumir a execução dos trabalhos; já a Câmara informou que abriria uma nova licitação para concluir o serviço.

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