O Comtur (Conselho Municipal de Turismo) realizou, na última quinta-feira, 27, o 1° Circuito Histórico e Cultural da cidade. O evento teve duração de duas horas e contou com a participação de diversos moradores e interessados em conhecer mais sobre a história da cidade.
A iniciativa teve o apoio de uma empresa local de viagens e turismo, que disponibilizou um ônibus de dois andares para o transporte dos participantes. Durante o circuito, os visitantes percorreram importantes pontos turísticos e históricos, como a Praça Nossa Senhora da Conceição, onde fica localizado o Relógio do Sol, a Praça Barão, a Unesp, o Colégio Champagnat, o Museu Histórico "José Chiachiri", a avenida Presidente Vargas, a Capelinha, a Praça Zumbi dos Palmares e o Miramontes.
Tânia Mara Pinto de Souza, presidente do Comtur, ressaltou que o conselho tem se dedicado a explorar o potencial turístico da cidade, promovendo o pertencimento e o conhecimento sobre o que Franca tem a oferecer. "É fundamental trabalhar essa questão, trazendo à tona a nossa cultura e as riquezas históricas da cidade", disse.
A visita foi guiada pelo arquiteto Marcelo Pini Prestes, do Condephat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico), que também ter representação no Comtur. Durante o passeio, Prestes destacou a importância de conhecer e valorizar o patrimônio local para compreender a história de Franca. “Precisamos conhecer nosso patrimônio para entender a nossa história. Ele só fará sentido se for documentado e se a comunidade participar desse processo. Franca tem uma história riquíssima”.
O Comtur, criado em 2006, já planeja outras ações semelhantes para os próximos meses. O conselho é formado por representantes do poder público, sociedade civil, empresas de hotelaria, turismo e negócios, além dos setores calçadista, tecnológico, transportes, comunicação e outros.
Segundo a pesquisadora e professora Glenda Melo, que esteve presente no passeio, a iniciativa foi bem recebida pelos participantes. "É uma oportunidade de conhecer uma Franca que muitas vezes não é falada nem mostrada. Conhecemos pouco sobre nossa história, apesar de aprender sobre o mundo e o Brasil, mas pouco se fala sobre nossa cidade, que é muito plural e construída por diversos povos, como indígenas, negros e italianos".
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.