Uma mulher com deficiência na fala e audição teve seu celular roubado por dois jovens 20 e 21 anos no Jardim Integração. Desesperada, ela entrou no meio da via ao avistar uma viatura, tentando alertar os policiais sobre o crime. Diante da situação, os agentes iniciaram as buscas e localizaram o celular e o casal.
A vítima, de 41 anos, foi vista acenando freneticamente na avenida Professor Nicolau Del Mont, próximo ao campinho, enquanto a viatura realizava patrulhamento de rotina na tarde desta quarta-feira, 26. Ao se aproximarem para atendê-la, os policiais perceberam que a mulher tinha dificuldades na fala, o que dificultava a comunicação. No entanto, ela conseguiu sinalizar e alertar que teriam roubado seu celular.
Os agentes entenderam a situação e perguntaram a cor da roupa dos suspeitos e a direção para onde havia fugido. A mulher indicou a cor verde e o caminho, e as buscas começaram.
Pouco depois, os policiais localizaram um casal em um mercadinho da região. O homem usava uma camiseta verde, conforme a descrição dada pela vítima. Durante a abordagem, os agentes realizaram uma revista pessoal no suspeito e encontraram dois celulares. Questionado, ele alegou que um era seu e o outro pertencia à sua namorada. No entanto, ao ser interrogada separadamente, a mulher negou.
Diante da contradição, os policiais pediram ao homem que desbloqueasse a tela do celular, mas ele afirmou não saber a senha. Para confirmar a propriedade do aparelho, os agentes entregaram o telefone à vítima, que imediatamente conseguiu desbloqueá-lo.
O celular foi devolvido à mulher, que estava em estado de choque, e o casal foi encaminhado para a delegacia, preso em flagrante.
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Comentários
1 Comentários
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Beto Chagas 27/02/2025\"Houve a necessidade da presença de uma professora em libras para o registro do boletim de ocorrência\". Sim, aí está um exemplo clássico de como o poder público ignora políticas de inclusão. Já deveria existir naquela repartição um(a) funcionário(a) treinado para atender em LIBRAS. Fica a sugestão pasenhor Delegado Seccional, promover esse avanço na cidadania. Não precisa contratar, apenas capacitar e, estou certo, dentro do quadro atual da Polícia há servidores de boa vontade que aceitarão a tarefa.