POR QUE FALHOU?

Rompimento de cabo e 'inconsistência' prejudicam pacientes

Por Laís Bachur | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Laís Bachur/GCN
Pronto-socorro Municipal 'Dr. Álvaro Azzuz' no sábado, 8
Pronto-socorro Municipal 'Dr. Álvaro Azzuz' no sábado, 8

Na última semana, Franca passou dois dias com o sistema de informática da Rede Municipal de Saúde inoperante, causando horas de espera por atendimento. Em alguns casos, consultas foram desmarcadas e exames não puderam ser retirados. 

Unidades de saúde, como os prontos-socorros e as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), foram afetadas. Mas os pacientes estavam sendo atendidos, mesmo sem o sistema de informática. No entanto, o tempo de espera aumentou significativamente, já que todos os procedimentos estavam sendo feitos manualmente, desde o registro das fichas de entrada até as prescrições médicas.

Já no NGA, na quinta-feira, 6, consultas foram canceladas, por conta do sistema fora do ar. As pessoas precisaram voltar para suas casas sem atendimento.

Os pacientes questionavam o motivo, mas não tinham respostas. Os funcionários não sabiam responder o que havia causado a falha e nem a previsão para retornar à normalidade. 

Segundo a Prefeitura, na quinta-feira, 6, foi uma inconsistência que fez o sistema parar temporariamente. Tudo voltou ao normal às 15h do mesmo dia. Já no sábado, 8, foi registrado o rompimento em um cabo de fibra ótica, que alimenta o Datacenter e, por este motivo, ocorreu queda nos sistemas. 

A Prefeitura informou que as equipes do Departamento de Tecnologia da Informação trabalharam o dia todo para restabelecer a conexão, que foi normalizada no início da madrugada de domingo.

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