NO PAIOLZINHO

Chuvas fortes provocam acidentes na rodovia Tancredo Neves

Por Bruna Góis | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/WhatsApp
Motoristas flagraram a Montana tombada no canteiro da rodovia
Motoristas flagraram a Montana tombada no canteiro da rodovia

Duas ocorrências de tombamento de veículos foram registradas na tarde desta quinta-feira, 16, na rodovia Tancredo de Almeida Neves, sentido Claraval-Franca, após fortes chuvas atingirem a região. Segundo a Polícia Militar, que atendeu as ocorrências, um Fiat Fiorino acabou aquaplanando, já o condutor da Chevrolet Montana perdeu o controle e tombou o veículo. Apesar dos danos materiais, os motoristas não se feriram.

O primeiro acidente aconteceu no KM 5, em uma área de serra próxima à Estrada do Paiolzinho. De acordo com os policiais, a Fiorino aquaplanou, saiu da pista e bateu em um barranco, tombando em seguida. Duas viaturas foram mobilizadas para sinalizar o local e evitar novos acidentes. "A declividade do trecho e o tempo chuvoso contribuíram para o acidente", informou a equipe policial.

O segundo caso foi registrado no KM 10, em um trecho de descida. O motorista da Montana perdeu o controle do veículo, que saiu da pista e parou na mata ao lado. A frente e a lateral direita do automóvel ficaram danificadas, mas o condutor não sofreu ferimentos graves. Os dois veículos foram retirados da pista com o auxílio de um guincho.

“Essa chuva e a rodovia cheia de óleo de caminhão ajudam, né? Não são os primeiros a sofrer acidente. Já vi moto caindo nesse trecho mesmo em baixa velocidade”, relatou José Fernandes, 57 anos, agricultor e morador de Claraval.

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Comentários

1 Comentários

  • Darsio 17/01/2025
    Não concordo com o título da matéria, em que a responsabilidade do acidente é depositada sobre a chuva. Oras! Qualquer motorista consciente redobra a atenção quando está chovendo, reduz a velocidade e mantém os faróis ligados, além de obviamente trafegas com pneus e feios em boas condições. Da mesma forma, não concordo quando buscam responsabilizar as chuvas pelos problemas de enchentes e desmoronamentos em cidades, ignorando-se a ocupação irregular, a impermeabilização do solo e a falta de infraestrutura de drenagem. É na verdade, uma forma de isentar o ser humano das suas responsabilidades.